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por Ligia Sanchez |
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| 27/02/2008 | ||
| CIO global da companhia avalia prestação de serviços de TI a partir do País | ||
Há cerca de cinco anos, a indústria química Rhodia iniciou o processo que hoje seu CIO mundial, Xavier Rambaud, chama de uma verdadeira jornada: a instalação de um “captive center” no Brasil. Trata-se de um centro de serviços de tecnologia da informação que atende às demandas de toda a companhia. No caso brasileiro, a unidade de fábrica de software e prestação de offshore outsourcing é operada pela Tivit, a partir de uma licitação (request for proposal – RFP) vencida frente a concorrentes do porte de empresas como IBM e as especialistas indianas. “A empresa foi competitiva”, comenta Rambaud.Segundo ele, o captive center não foi totalmente entregue, o processso encontra-se em desenvolvimento. No entanto, ele já observa resultados. “Até agora, considero o desempenho deste modelo de operação muito bom”, afirma o CIO, referindo-se a quesitos como entrega, compromisso e capacidade profissional. Para Rambaud, o serviço prestado a partir do Brasil mostrou-se muito competitivo. “Mesmo com os entraves econômicos locais, como os impostos”, cita ele.Outro ponto importante, em sua opinião, foi a “confiança” demonstrada pelos profissionais brasileiros. “Não vejo esse comportamento na China, por exemplo. Lá existe muita rotatividade de funcionários”, justifica. Em sua avaliação geral, Rambaud diz que o projeto ainda está em fase de aquecimento. “O melhor ainda está por vir. Para TI e possivelmente outras funções de suporte ao negócio.”Rambaud conta que a escolha para a instalação do captive center levou em conta, além das condições do mercado local para prestação do serviço, a importância e presença da Rhodia no País. “Estamos no Brasil desde 1916, temos uma boa imagem na região, e vice-versa. Não temos presença forte na Índia ou na Argentina, bons locais para offshore”, relata. A empresa possui outro centro em Cingapura. Histórico Na parte de aplicações, a Rhodia começou o roll out do SAP no Brasil em 2004, com go live em 2006. Em setembro de 2006, seis brasileiros foram designados para o roll out do SAP global. Estão previstos para voltar agora em 2008, trazendo as diretivas de manutenção e suporte. |