Posts de Fevereiro, 2008

27/02/08 – PDA Brasil – Oi começa a operar em São Paulo em junho

28 Fevereiro, 2008
Qua Fev 27, 2008 8:10 pm 

São Paulo, 26 de janeiro de 2008 – A Oi começa a oferecer seus serviços de telefonia celular em São Paulo a partir de junho. A empresa entrará no novo mercado com ofertas de aparelhos e placas 3G e 2,5G.

De acordo com Roni Wajnberg, gerente de soluções de mobilidade da Oi, a companhia vai investir R$ 2 bilhões para começar as operações em São Paulo.

“Não estamos entrando para brincar. Queremos ser um dos principais players do mercado, senão o principal”, afirmou durante o seminário Brasil Outsourcing 2008, que acontece nesta terça e quarta-feira em São Paulo, na Câmara Americana de Comércio.

“O anúncio está no tempo esperado. O prazo para implantar a rede é de mais ou menos seis meses”, analisa Eduardo Tude, consultor de telecomunicações.

No primeiro semestre, a empresa também colocará no mercado seu serviço de IPTV, mas o executivo não revelou o calendário de lançamento por estado. A companhia também trará para São Paulo o Velox, sua oferta de banda larga. “A Oi tem uma licença de SCM, com isso, pode oferecer serviços de banda larga”, diz Tude.

A Oi foi uma das vencedoras do leilão de 3G realizado pela Anatel em dezembro do ano passado e também já tinha adquirido licença para oferecer serviços de 2,5G. Além de São Paulo, a empresa também adquiriu licença para oferecer serviços 3G em estados como Piauí, Paraíba e Pernambuco.


fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=10225

26/02/08 – NEC Network – Mercado nacional de outsourcing: a hora é agora

28 Fevereiro, 2008
Mercado nacional de outsourcing: a hora é agora
26/02/2008
 
Seminário Brasil Outsourcing mostra desafios do País de crescer na oferta de outsourcing de TI

Seminário Brasil Outsourcing 2008: oportunidades no mercado internacional

“Este é o momento para o Brasil deslanchar no mercado de offshore outsourcing de TI e BPO.” A declaração de Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação (Brasscom), abriu a quarta edição do Seminário Brasil Outsourcing e Captive Centers, que ocorre nesta terça e quarta-feira (26 e 27 de fevereiro), em São Paulo.

O apelo de Gil urge para a implantação de medidas nacionais que levem o País a um melhor posicionamento no mercado global de offshore outsourcing. Segundo ele, o momento é praticamente de “tudo ou nada”. Isto porque, segundo Gil, estima-se que em 2007 o Brasil gerou US$ 800 milhões em serviços do tipo, uma participação muito modesta em um mercado mundial de US$ 50 bilhões.

“O mercado global cresceu acima do previsto no ano passado, a taxas de 40%. E a Índia domina 70% do total. Para se ter uma comparação, a meta deste país para 2010 é chegar a US$ 70 bilhões, em um cenário global que atingirá US$ 100 bilhões”, detalha, mostrando que mesmo assim há muito espaço para as empresas nacionais.

Apesar dos números impressionantes, Gil observa que a Índia começa a dar sinais de dificuldades, como o custo dos profissionais, altas taxas de turn over e a preocupação dos clientes de concentrar todo o outsourcing em uma mesma fonte. “Não existe CIO no mundo que não esteja buscando alternativas”. E elas são três: China, Rússia/Leste Europeu e América Latina/ Brasil. É onde está a oportunidade.

Desafio
Gil reforça sua tese de que o desenvolvimento do Brasil como provedor de offshore outsourcing esbarra nos altos custos dos serviços resultantes de encargos trabalhistas. E aguarda, para meados de março, as decisões do governo quanto a reformas tributárias e programa industrial, para as quais espera mudanças para o segmento de software e serviços correlatos. Em outubro passado, juntamente com Softex, Assespro e outras entidades da categoria, a Brasscom apresentou à presidência da República os argumentos e propostas para reformulação dos encargos trabalhistas.

Mão na massa
Flavio Grynzpan, chairman do Programa Brasil Outsourcing, que organiza o evento, aponta algumas iniciativas para impulsionar a participação do País no mercado global de terceirização. Entre suas apostas, está um conceito particular de “captives”, que apresenta a oportunidade para os provedores de serviços locais ganharem projeção internacional a partir das parcerias com subsidiárias de companhias globais.

O Programa Brasil Outsourcing também conduz projetos como a Rede Diáspora Brasil, que se apóia em brasileiros qualificados que atuam no exterior; oportunidades de atração de centros de desenvolvimento globais de grandes empresas de TI; e o aumento do valor agregado dos serviços brasileiros. “Uma forma de fazer isso é explorar parcerias com start-ups de TI”, comenta Grynzpan.

Compensação
O aumento do valor agregado dos serviços fornecidos pelos provedores brasileiros é uma estratégia indicada também por Peter Bendor-Samuel, CEO do Everest Group. O especialista, da consultoria especializada em serviços, analisa o mercado global de outsourcing e falou das oportunidades para o Brasil.

Segundo Bendor-Samuel, o foco em valor agregado é um caminho para compensar a dificuldade brasileira de competir por custo, relacionado a mão-de-obra. Além disso, sua análise prevê um aumento de demanda por melhor qualidade do serviço, acesso a profissionais qualificados e produtividade por parte dos contratantes dos serviços de terceirização.

A questão do valor agregado não é suficiente, entretanto, para mudar a participação do Brasil no mercado global. Bendor-Samuel aponta os exemplos da Índia e República Tcheca em implantação de políticas nacionais para fomentar o segmento de TI. Isso considerando as já bem conhecidas vantagens do Brasil, como economia robusta, experiência em TI e fuso horário, entre outras.

Ligia Sanchez

www.itweb.com.br

 
Fonte: .NecNews – Redação Brasil
“Mercado nacional de outsourcing: a hora é agora”

27/02/08 – Thesis – Outsourcing no país, o debate

28 Fevereiro, 2008
por Equipe Thesis   
27-Fev-2008

Aprove ImagemTerminou hoje, em São Paulo (SP), a quarta edição do Brasil Outsourcing 2008, seminário que tem entre seus objetivos discutir formas de promover a inserção de empresas brasileiras no mercado internacional. Foram dois dias de palestras e debates sobre tendências mundiais e fatores de sucesso no mercado de outsourcing. No centro da maioria das apresentações e debates de palestrantes brasileiros e estrangeiros, uma questão em comum: o que os líderes do governo e da iniciativa privada precisam fazer para transformar o Brasil em um dos expoentes desse mercado em crescimento?

“Passar da teoria à prática é o grande desafio”, afirma Flávio Grynszpan, chairman do Brasil Outsourcing. Nesse sentido, passos importantes serão dados a partir deste ano. O evento contou, pela primeira vez, com a participação da “Rede da Diáspora Brasileira”, recentemente criada pelo Brasil Outosurcing. Trata-se de um grupo de executivos brasileiros estabelecidos no exterior, que deve atuar na promoção e acesso a mercados externos das empresas brasileiras de software e serviços de Tecnologia da Informação. “Vamos aproveitar ao máximo o relacionamento da “Rede da Diáspora” para abrir oportunidades de parceria e negócios no exterior”, afirma Grynszpan.

Nesse contexto está a palestra que será realizada pelo chairman do Brasil Outsourcing e integrantes da Rede da Diáspora, no Citibank, em Nova York, dia 22 de maio próximo. Outro fato relevante será a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, na abertura da próxima reunião mensal da Rede, que marcará oficialmente sua criação no Brasil, lembrando que a iniciativa foi formalizada em Nova York em outubro do ano passado.

Humberto Andrade, da Infosys Technologies, um dos integrantes da Rede, reforça a importância do Brasil se consolidar como uma “marca” no mercado internacional. Nesse aspecto, Andrade considera fundamental investir na formação de uma rede de relacionamento internacional, que pode começar com a realização de contatos com empresários e executivos brasileiros bem posicionados no mercado internacional. “No exterior, as pessoas falam de América Latina. É preciso destacar o Brasil deste bloco com a adoção de estratégias mais agressivas de negócio”, afirma.

Além de investir no network da Rede da Diáspora, Grynszpan anuncia a criação do Programa de Mentores, formado por executivos que deverão atuar no sentido de mostrar a empresas brasileiras a melhor forma de se fazer negócios nos Estados Unidos. Além disso, o chairman do Brasil Outsourcing está em contato com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, com objetivo de apoiar a integração do projeto brasileiro de estímulo a pequenas e médias empresas de base tecnológica com os participantes da Rede da Diáspora. O modelo adotado, de acordo com Grynszpan, será semelhante aos Angels Clubs existentes no mercado internacional, onde pessoas físicas são incentivadas a investir em pequenas e médias empresas, possibilitando a arrancada inicial do negócio.

27/02/08 – Convergência Digital/IT Careers – SMB pode colocar Brasil no mercado global de outsourcing

28 Fevereiro, 2008

IT Careers – Convergência Digital
:: Fernanda Ângelo*     :: 27/02/2008

O Brasil tem a oportunidade de consolidar sua posição no mercado global de outsourcing e pode fazer isso de mãos dadas com as pequenas e médias empresas do setor de Tecnologia da Informação. É o que afirmou nesta terça-feira (26) Flávio Grynszpan, chairman do Brasil Outsourcing 2008, durante a abertura do evento.

 Não é novidade que o Brasil venha sendo considerado a melhor opção por empresas do mundo que buscam alternativas para a concentração dessa atividade na Índia. Os números revelam que a preocupação de CEOs de companhias internacionais tem razão de ser: em 2007, a Índia deteve cerca de 70% do faturamento mundial de outsourcing, um mercado que movimentou nada menos do que U$ 100 bilhões. A meta indiana para este ano é faturar US$ 80 bilhões. O Brasil, por sua vez, tem vários aspectos favoráveis para ocupar parte deste espaço ocupado pelas companhias indianas. O país vive um momento econômico positivo – no ranking mundial de Tecnologia da Informação ocupa o 7º lugar, além de ter posição geográfica privilegiada na América Latina.  Segundo os especialistas, porém, o País precisa vencer algumas dificuldades para seu crescimento no mercado de outsourcing. Entre os exemplos citados pelos palestrantes do evento estão os altos encargos trabalhistas, que encarecem a mão-de-obra brasileira, dificultando a competitividade do País no mercado global.  

Mas as grandes empresas buscam caminhos para tornarem-se competitivas no mercado internacional e uma oportunidade é atuar em nichos de maior valor nos quais as grandes fornecedoras de outsourcing podem agregar diferenciais aos serviços oferecidos por meio de parcerias com empresas de pequeno e médio porte. 

*Com informações do blog do Brasil Outsourcing 2008

27/02/08 – Portal Nacional de Seguros, Saúde & TI – Brasil Outsourcing 2008: Para conquistar espaço no mercado global,empresas precisam passar da teoria

28 Fevereiro, 2008
Terminou hoje, em São Paulo (SP), a quarta edição do Brasil Outsourcing 2008, CURSO240.jpg
seminário que tem entre seus objetivos discutir formas de promover a inserção de empresas brasileiras no mercado internacional. Foram dois dias de palestras e debates sobre tendências mundiais e fatores de sucesso no mercado de outsourcing.
No centro da maioria das apresentações e debates de palestrantes brasileiros e estrangeiros, uma questão em comum: o que os líderes do governo e da iniciativa privada precisam fazer para transformar o Brasil em um dos expoentes desse mercado em crescimento? 

“Passar da teoria à prática é o grande desafio”, afirma Flávio Grynszpan, chairman do Brasil Outsourcing. Nesse sentido, passos importantes serão dados a partir deste ano. O evento contou, pela primeira vez, com a participação da “Rede da Diáspora Brasileira”, recentemente criada pelo Brasil Outosurcing. Trata-se de um grupo de executivos brasileiros estabelecidos no exterior, que deve atuar na promoção e acesso a mercados externos das empresas brasileiras de software e serviços de Tecnologia da Informação. “Vamos aproveitar ao máximo o relacionamento da “Rede da Diáspora” para abrir oportunidades de parceria e negócios no exterior”, afirma Grynszpan. 

Nesse contexto está a palestra que será realizada pelo chairman do Brasil Outsourcing e integrantes da Rede da Diáspora, no Citibank, em Nova York, dia 22 de maio próximo. Outro fato relevante será a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, na abertura da próxima reunião mensal da Rede, que marcará oficialmente sua criação no Brasil, lembrando que a iniciativa foi formalizada em Nova York em outubro do ano passado. 

Humberto Andrade, da Infosys Technologies, um dos integrantes da Rede, reforça a importância do Brasil se consolidar como uma “marca” no mercado internacional. Nesse aspecto, Andrade considera fundamental investir na formação de uma rede de relacionamento internacional, que pode começar com a realização de contatos com empresários e executivos brasileiros bem posicionados no mercado internacional. “No exterior, as pessoas falam de América Latina. É preciso destacar o Brasil deste bloco com a adoção de estratégias mais agressivas de negócio”, afirma. 

Além de investir no network da Rede da Diáspora, Grynszpan anuncia a criação do Programa de Mentores, formado por executivos que deverão atuar no sentido de mostrar a empresas brasileiras a melhor forma de se fazer negócios nos Estados Unidos. Além disso, o chairman do Brasil Outsourcing está em contato com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, com objetivo de apoiar a integração do projeto brasileiro de estímulo a pequenas e médias empresas de base tecnológica com os participantes da Rede da Diáspora. O modelo adotado, de acordo com Grynszpan, será semelhante aos Angels Clubs existentes no mercado internacional, onde pessoas físicas são incentivadas a investir em pequenas e médias empresas, possibilitando a arrancada inicial do negócio.

27/02/08 – ClicNews – Brasil Outsourcing 2008: Para conquistar espaço no mercado global, empresas precisar passar da teoria à prática

28 Fevereiro, 2008

Terminou hoje, em São Paulo (SP), a quarta edição do Brasil Outsourcing 2008, seminário que tem entre seus objetivos discutir formas de promover a inserção de empresas brasileiras no mercado internacional. Foram dois dias de palestras e debates sobre tendências mundiais e fatores de sucesso no mercado de outsourcing. No centro da maioria das apresentações e debates de palestrantes brasileiros e estrangeiros, uma questão em comum: o que os líderes do governo e da iniciativa privada precisam fazer para transformar o Brasil em um dos expoentes desse mercado em crescimento?“Passar da teoria à prática é o grande desafio”, afirma Flávio Grynszpan, chairman do Brasil Outsourcing. Nesse sentido, passos importantes serão dados a partir deste ano. O evento contou, pela primeira vez, com a participação da “Rede da Diáspora Brasileira”, recentemente criada pelo Brasil Outosurcing. Trata-se de um grupo de executivos brasileiros estabelecidos no exterior, que deve atuar na promoção e acesso a mercados externos das empresas brasileiras de software e serviços de Tecnologia da Informação. “Vamos aproveitar ao máximo o relacionamento da “Rede da Diáspora” para abrir oportunidades de parceria e negócios no exterior”, afirma Grynszpan.

Nesse contexto está a palestra que será realizada pelo chairman do Brasil Outsourcing e integrantes da Rede da Diáspora, no Citibank, em Nova York, dia 22 de maio próximo. Outro fato relevante será a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, na abertura da próxima reunião mensal da Rede, que marcará oficialmente sua criação no Brasil, lembrando que a iniciativa foi formalizada em Nova York em outubro do ano passado.

Humberto Andrade, da Infosys Technologies, um dos integrantes da Rede, reforça a importância do Brasil se consolidar como uma “marca” no mercado internacional. Nesse aspecto, Andrade considera fundamental investir na formação de uma rede de relacionamento internacional, que pode começar com a realização de contatos com empresários e executivos brasileiros bem posicionados no mercado internacional. “No exterior, as pessoas falam de América Latina. É preciso destacar o Brasil deste bloco com a adoção de estratégias mais agressivas de negócio”, afirma.

Além de investir no network da Rede da Diáspora, Grynszpan anuncia a criação do Programa de Mentores, formado por executivos que deverão atuar no sentido de mostrar a empresas brasileiras a melhor forma de se fazer negócios nos Estados Unidos. Além disso, o chairman do Brasil Outsourcing está em contato com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, com objetivo de apoiar a integração do projeto brasileiro de estímulo a pequenas e médias empresas de base tecnológica com os participantes da Rede da Diáspora. O modelo adotado, de acordo com Grynszpan, será semelhante aos Angels Clubs existentes no mercado internacional, onde pessoas físicas são incentivadas a investir em pequenas e médias empresas, possibilitando a arrancada inicial do negócio.

Mais informações para a imprensa:
SHEDI
Silvia Helena Rodrigues – silviahelena@shedi.com.br
Tel: (21) 2220-9311 / (11) 2626-1940

27/02/08 – Executivos Financeiros on-line – Seminário discute Outsourcing no mercado brasileiro

28 Fevereiro, 2008
O segundo dia (27/02) do 4º Seminário Brasil Outsourcing 2008, teve início com Carlos Raposo, general manager HRO/BPO L.A. da Hewitt Associates, que discutiu o outsourcing no mercado brasileiro.

Segundo ele, o outsourcing oferece resultados positivos para as empresas. Isso já foi comprovado,pois esse setor é algo especializado. Entretanto, muitas companhias não utilizam essa ferramenta.

“5% das empresas não tem estratégia formada”, declara Carlos Raposo.

Para Raposo, o Brasil tem oportunidade de expansão. “O mercado é muito elástico, o mercado é muito grande, independente da área, seja ela de recursos humanos ou de TI”.

Ter melhores processos são conqüências de outsourcing, segundo o general manager.

Por Priscila Salgado

26/02/08 – Executivos Financeiros – BPO e KPO são temas do 4º Seminário Brasil Outsourcing 2008

28 Fevereiro, 2008
Durante a tarde desta terça-feira (26/02), o Seminário Brasil Outsourcing, que ocorre em São Paulo, foi dividido foi dividido em três sessões. São elas: Captive Centers, Service Providers e Business Process Outsourcing (BPO) e Knowledge Process Outsourcing (KPO).

Em cada um dos setores houve três apresentações com diversos palestrantres que abordaram assuntos relacionados aos temas.

Entre os executivos, o que mais se destacou foi Eduardo Sá Freitas, country manager da Affiliated Computer Services (ACS), que discursou sobre a BPO Finanças e Contabilidade, uma das ferramentas da empresa.

A discussão foi sobre a evolução dos serviços e o crescimento deste mercado.

Segundo Freitas as principais variáveis para seleção de provedores de BPO são: nível de conhecimento, portifolio de serviços, experiência acumulada, plataforma de soluções, metodologia processual, gerência de conhecimento, base de clientes e alinhamento cultural.

Por Priscila Salgado

26/02/08 – Executivos Financeiros on-line – 4º Seminário Brasil Outsourcing discute mercado de tecnologia

28 Fevereiro, 2008
Está acontecendo hoje (26/02) o 4º Seminário Brasil Outsourcing 2008 em São Paulo. O foco é a inserção das empresas brasileiras no mercado internacional de Tecnologia da Informação (TI) e Business Process.

O primeiro palestrante foi Peter Bendor Samuel, CEO da Everest Group, que demonstrou o mercado de outsourcing, onde obteve-se um crescimento de 30% ao ano.

Para Bendor o Brasil é um País que tem grande possibilidade de crescimento. Segundo ele há três fatores que o ajuda no mercado. O primeiro é o fuso horário, o segundo seriam as pessoas qualificadas profissionalmente, e por último o mercado interno do méxico é muito forte.

“O Brasil está muito bem posicionado no fuso horário americano”, declara o CEO da Everest Group, Peter Bendor Samuel.

Por Priscila Salgado

26/02/08 – WNews – Oi começa a operar em São Paulo em junho

28 Fevereiro, 2008
Tatiana Schnoor e Fabiana Monte – 26/02/2008 – 12:24

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–>São Paulo, 26 de janeiro de 2008 – A Oi começa a oferecer seus serviços de telefonia celular em São Paulo a partir de junho. A empresa entrará no novo mercado com ofertas de aparelhos e placas 3G e 2,5G.De acordo com Roni Wajnberg, gerente de soluções de mobilidade da Oi, a companhia vai investir R$ 2 bilhões para começar as operações em São Paulo.

“Não estamos entrando para brincar. Queremos ser um dos principais players do mercado, senão o principal”, afirmou durante o seminário Brasil Outsourcing 2008, que acontece nesta terça e quarta-feira em São Paulo, na Câmara Americana de Comércio.

“O anúncio está no tempo esperado. O prazo para implantar a rede é de mais ou menos seis meses”, analisa Eduardo Tude, consultor de telecomunicações.

No primeiro semestre, a empresa também colocará no mercado seu serviço de IPTV, mas o executivo não revelou o calendário de lançamento por estado. A companhia também trará para São Paulo o Velox, sua oferta de banda larga. “A Oi tem uma licença de SCM, com isso, pode oferecer serviços de banda larga”, diz Tude.

A Oi foi uma das vencedoras do leilão de 3G realizado pela Anatel em dezembro do ano passado e também já tinha adquirido licença para oferecer serviços de 2,5G. Além de São Paulo, a empresa também adquiriu licença para oferecer serviços 3G em estados como Piauí, Paraíba e Pernambuco.

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